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atlas de bolso

travel blog

Seg | 24.06.19

Copenhaga - um guia para visitas express

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Como já vos dissemos, a nossa visita a Copenhaga foi em versão express: tivemos um dia e meio, ou cerca de 10 horas de "sol", em janeiro, para aproveitar a capital dinamarquesa.

Apesar de sentirmos que nos faltou qualquer coisa, porque nunca é possível aproveitar verdadeiramente uma cidade em tão pouco tempo, a verdade é que gostámos muito do nosso saltinho nórdico. Este é o nosso guia para aproveitar a cidade numa versão ultra-rápida.

 

Dia 1

O tamanho compacto da cidade, muito longe de outras grandes capitais, ajuda a que não nos sintamos completamente arrebatados numa primeira visita. Ficar perto do centro acaba por ser mais ou menos óbvio, porque é praticamente tudo centro. Assim, a nossa sugestão é que comecem por explorar a Rådhuspladsen (Praça da Câmara Municipal) e, mesmo ao lado, os Jardins do Tivoli.

Entrada para os Jardins do Tivoli

Fechados quando por lá passámos (e um estoiro no orçamento, com bilhetes a 50 euros), os Jardins do Tivoli são um parque de diversões inaugurado em 1843 e, quer dizer, acho que isso diz tudo em relação ao seu encanto, certo? Uma experiência praticamente irrepetível.

Sigam depois em direção ao centro - o objetivo é chegarem ao Nyhavn, mas até lá há muitas ruelas para espreitar e descobrir. Quem sabe não dão de caras com umas cavalariças escondidas por detrás de fachadas impressionantes?

O Nyhavn é impressionante, e também a típica imagem que associamos a Copenhaga. As fachadas coloridas que rodeiam o mini porto são emblemáticas, mas infelizmente frias no inverno. Noutras alturas há uma série de esplanadas perfeitas para aproveitar a proximidade com a água e o calor, com people watching do bom e do melhor.

Nyhavn

Muito perto fica o Teatro Real Dinamarquês, um edifício deslumbrante com vista para Christianshavn, a zona de pequenas ilhas que compõem o eixo centro-este da cidade. Um bom sítio para descansar pernas, se não o tiverem feito no Nyhavn.

A ideia agora é seguir pela margem (do rio? canal?) até encontrar a Pequena Sereia, porque claro que temos de procurar aquela estátua minúscula, e não necessariamente linda, que é o verdadeiro cliché de Copenhaga. Antes, vão poder passar pelo Palácio de Amalienborg - e, com sorte, assistir a um render da guarda.

Para norte seguimos caminho e, já depois (ou antes) de terem visto a Pequena Sereia, percam algum tempo a explorar o Kastellet, uma antiga fortaleza (das mais bem preservadas do norte da Europa) que contém também uma igreja, um moinho, e alguns dos mais bonitos jardins que vão encontrar.

Moinho em Kastellet

Dependendo do vosso cansaço, ou da hora, talvez seja boa ideia voltar para o ponto de partida - ou para o hotel. Os jardins reais - que no inverno não são espetaculares, mas noutras alturas pedem um piquenique - estão muito próximos. Um pouco mais abaixo fica a Rundetarn, uma torre do séc. XVII com um observatório que, não sendo muito alto, é mais do que suficiente para termos uma vista brilhante da cidade. Afinal, à boa maneira nórdica, o ponto mais alto da cidade só atinge os 91 metros.

Vista da Rundetarn

 

(Meio) Dia 2

Neste nosso guia - podíamos aventurar-nos noutras sugestões, mas não queremos dar dicas sobre sítios onde não estivemos - só há lugar para mais uma manhã de visitas. Assim, recomendamos que explorem, nas horas que tiverem disponíveis, a zona de Christianshavn, com os seus cafés modernos e acolhedores, a sua zona ribeirinha que só dá vontade de mergulhar (ou kayakar) e a icónica Christiania, a comunidade "livre" e autónoma dentro da capital dinamarquesa.

Christiania

Apesar de já não funcionar como uma comunidade à parte, e estar sujeita às leis dinamarquesas, Christiania continua a ser uma zona fora da norma, e por isso vale a visita - mesmo se o espírito anárquico já não se sente ao virar da esquina. Lembrem-se: as fotografias não são bem aceites.

Ter | 18.06.19

Como decidimos fazer uma pitstop de dia e meio em Copenhaga

Rui Pedro Silva

 

Copenhaga inaugurou uma "tradição" que temos tentado cumprir, mas sem stresses: oferecer um ao outro viagens como prenda de anos. Vá-se lá saber porquê, a coisa pegou.

Tempo foi escasso mas deu para muito

Tudo começou com uma fantástica promoção da Easyjet, que nos oferecia voos de ida e volta para a capital dinamarquesa por 44 euros. Os presumíveis contras? Os voos eram em janeiro - quão frio estaria naquela altura? - e, aproveitando aquele preço, só teríamos um dia e meio para aproveitar a cidade.

A verdade é que ser em janeiro era uma coisa boa, se não enregelássemos, porque podíamos fazer da viagem a prenda do Rui; e ter pouco tempo não era o ideal, mas fazia-se. Assim, acabámos por comprar os voos para chegar na quinta-feira à noite a Copenhaga e voltar a Lisboa pela hora de almoço de sábado. Teríamos um dia e uma mini manhã para aproveitar (ou cerca de 10 horas de sol, mas quem está a contar?) e havíamos de tirar o melhor partido disso.

O próximo passo seria decidir onde ficar e é partir de agora que deixamos de falar de preços, porque eu decidi que íamos ficar num hotel fixe, cortesia minha, prenda para o Rui. Acabámos por ficar bem no centro da cidade, no First Hotel Mayfair, que ainda por cima nos oferecia pequeno-almoço e jantar - o que, com um pôr-do-sol às quatro da tarde, era uma vantagem. Garantidamente não estaríamos na rua a tentar aproveitar o final de tarde e a querer jantar junto à água.

A experiência foi a de uma verdadeira pit stop, e a verdade é que penso muitas vezes que tenho de voltar, porque é impossível ficar com a sensação de se conhecer uma cidade em meia dúzia de horas. Mas valeu bem a pena, por nos levar pela primeira vez para tão norte, para conhecermos uma cidade que, mesmo no inverno, sabe ser calorosa e interessante, e para percebermos que os janeiros nórdicos não são assim tão maus (ou que continuámos a ter sorte com o tempo).

 

Voo (ida e volta, por pessoa): 44.31 euros (Easyjet)
Alojamento: é segredo

Sex | 14.06.19

Top-5 de Barcelona

Rui Pedro Silva

Com tempo limitado para visitar Barcelona? Este é o nosso top de melhores coisas para fazer na cidade, com base no nosso roteiro de "agradar a gregos e troianos".


1. Ver o pôr-do-sol em Montjuïc

O estádio olímpico fica em Montjuïc

Nenhuma visita a Barcelona fica completa sem ver as vistas ao pôr-do-sol. É discutível mas, para nós, o melhor sítio para o fazer é no Castelo de Montjuïc, no topo do parque com o mesmo nome. Se a ideia é irem até lá a pé, levem os sapatos mais confortáveis.

 

2. Dar um passeio pelas ruas do bairro Gótico

A Catedral é um dos monumentos do Bairro Gótico

Situado no coração da cidade, o bairro Gótico é um dos mais bonitos de Barcelona, ponto final. Um passeio pela zona permite-nos conhecer a face mais antiga da cidade, enquanto nos maravilhamos com as "photo-ops" a cada esquina.

 

3. Fazer people watching (ou dar um mergulho) na praia

Praia de la Barceloneta

Fã de praia me confesso e, apesar de não ser fanática o suficiente para a aproveitar de inverno e verão, em Barcelona a proximidade do mar chama-nos seja qual for a temperatura. Nós visitámos em dezembro, e o mar não estava propriamente chamativo, mas isso não nos impediu de passarmos algumas horas no paredão, a observar turistas e locais em passeio - ou em treino, ou em sessões fotográficas. Outras alturas haverá em que o que nos chamaria mesmo, ali em Barceloneta, era um mergulho.

 

4. Saber mais sobre a cidade no Museu de História de Barcelona

Museu de História de Barcelona

Não somos muito de museus, acho que isso é bastante claro, mas há algo de especial em perceber a história da cidade que se visita. O Museu de História de Barcelona cumpre esse propósito maravilhosamente, explicando as diferentes fases de expansão da capital catalã, misturando informação acessível e precisa com artefactos que "pintam" a viagem de forma muito engraçada.

 

5. Visitar a Sagrada Família

Sagrada Familia

É um cliché, mas vale a pena. A catedral inacabada de Gaudí tem de fazer parte de um top de Barcelona, porque não há nada de remotamente parecido em lado nenhum. O importante é garantir a compra antecipada de bilhetes, para que não nos cansemos na fila ainda antes de entrar - afinal, há muito para ver lá dentro. Imperdível.

Ter | 11.06.19

Um toque brasileiro imprevisto no Camp Nou

Rui Pedro Silva

 

Há estádios que não precisam de jogos para merecerem uma visita. O Camp Nou, em Barcelona, é um deles. Pela história, pela imponência, pelo estatuto, é impossível visitar a cidade catalã sem pensar em passar pelo Camp Nou. Quando, além disso, percebemos que há um jogo à nossa espera (com o Villarreal, no caso), torna-se impossível fugir.

Um estádio à antiga

O Barcelona-Villarreal daquela noite fria de dezembro, em 2013, é irrepetível. Não por ter tido uma exibição magnífica de Messi, até porque o argentino não estava disponível, mas por se ter disputado em vésperas do Mundial de Clubes em Marrocos.

 

E qual é a importância deste pormenor? A América do Sul ia ser representada pelo Atlético Mineiro e houve uma migração em massa de adeptos brasileiros para a Catalunha. Como qualquer bom turista – sobretudo de cariz desportivo – fizeram questão de ir assistir ao jogo com o Villarreal e tomaram de assalto o Camp Nou.

 

Não seriam, aparentemente, suficientes para fazer a diferença num estádio com a dimensão do Camp Nou mas a verdade é que o livre-trânsito entre bancadas – sobretudo no anel superior – foi um convite a que pudessem andar metros e metros para se juntarem todos junto ao topo norte… exatamente onde estávamos.

 

Há momentos inesquecíveis. Ter o Camp Nou com uma boa moldura humana (recordamos que cheio mete mais de 90 mil pessoas) consegue ser assoberbante, sobretudo quando começam a cantar o hino no início do encontro – mas há qualquer coisa de único quando são os cânticos dos adeptos do Atlético Mineiro a dominar o universo sonoro.

Festa mineira em Barcelona

Lá dentro, no relvado, a uma distância tão grande como se estivéssemos no antigo Coliseu de Roma, Neymar brilha como a nova estrela de um Barcelona já sem Guardiola. Cá fora, somos entregues ao leque de cânticos de toque brasileiro. A improbabilidade do momento conquista todos os outros, que não resistem a reservar um minuto do seu tempo para se aproximarem daquelas centenas de adeptos e registar o episódio em fotografia ou em vídeo.

 

O Camp Nou seria sempre uma experiência única. Visto de fora, pela forma como está construído, parece um estádio igual aos outros, quiçá mais pequeno até. O que não se percebe de imediato é que o relvado está localizado abaixo do nível da superfície. Por isso, lá dentro, quando se começam a subir escadas, perdemos a noção da altura que estamos a atingir.

 

É impossível fugir à sensação de pequenez. Naquele estádio à antiga, mesmo longe de estar lotado, sentimo-nos apenas um grão de areia num deserto catalão que tem encontrado oásis atrás de oásis desde que um adolescente argentino chamado Messi surgiu e, anos mais tarde, começou a ser liderado por Guardiola, numa equipa com outras figuras como Xavi e Iniesta.

A imponência do Camp Nou

Num jogo sem Messi e Xavi, e já com Guardiola na Alemanha, Iniesta foi titular, mas a estrela foi mesmo Neymar, para gáudio da falange de adeptos que sonhava mais com o troféu no Mundial de Clubes – onde o Barcelona seria o principal rival, curiosamente – do que com um eventual triunfo dos culés sobre o Villarreal.

 

A experiência deixou marca. Pelo simples facto de ser um jogo do Barcelona. Por ser no Camp Nou. E, claro, por haver uma falange de figurantes que fizeram a festa e ajudaram a tornar aquela noite irrepetível. Seja como for, qualquer jogo do Barcelona no Camp Nou será sempre especial. Só precisam de ter cuidado com as vertigens – se as tiverem – e com a possibilidade de ser um jogo disputado à chuva. Sim, uma parte necessária de ser um estádio à antiga passa por ter apenas um quarto das bancadas cobertas. Valerá sempre a pena, de qualquer forma.

Qui | 06.06.19

Três dias em Barcelona

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Nos três dias que passámos em Barcelona, a quatro, tentámos juntar "um bocadinho" de cada coisa e agradar a todos. É com base nisso, na ideia de uma visita introdutória para dar um cheirinho da cidade, que criamos este guia.

 

Dia 1

 

Depois de chegados bem cedo, aproveitando os voos curtos até à capital catalã, a ideia será poisarem as vossas coisas, calçarem os sapatos mais confortáveis e fazerem-se às ruas.

A Rambla

Começar pela zona das "casas" de Gaudí, situadas no Passeig de Gràcia, é a nossa melhor sugestão. A aquitetura vai acompanhar-vos ao longo dos três dias, e é daqueles exemplos que só conseguimos ver ali, portanto - por que não? Seguindo em direção ao mar, vão rapidamente encontrar-se nas Ramblas, e por mais turística que a zona seja, é-o por alguma razão. Tenham atenção aos vossos pertences e sigam em frente para o famosíssimo mercado de La Boquería para o almoço que vos apetecer - a oferta é tanta que não há como falhar.

 

Há uma série de museus na zona e, se vos interessarem, essa pode ser uma hipótese até ao verdadeiro ponto alto do dia: a subida pelo Parque Montjuïc até ao Castelo com o mesmo nome. Escolham, se possível, um dia sem nuvens e terão um daqueles pôres do sol que quase só existem nos filmes.

Eu juro que o Rui não cheira mal

Claro que, antes disso, e se forem fortes o suficiente para fazer a subida a pé, vão passar pelo Estádio Olímpico. Se já nos conhecem, sabem que é paragem obrigatória - tal como foi o que se seguiu, para nós: um jogo do Barcelona, em Camp Nou.

 

Dia 2

 

Alguém falou em churros para o pequeno-almoço? Pedimos desculpa, claro que votamos num batido proteico - seja como for, encham-se do bom pequeno-almoço que quiserem antes de seguirem para o Parc Güell.

Parc Güell

Outra das obras-primas de Gaudí na cidade, pode ser visitado à "forreta", sem pagar entrada na parte mais artística do recinto, ou pagando bilhete e chegando bem perto das decorações com que o mestre encheu o espaço. Seja como for, é uma manhã cheia de fotografias, people watching e, eventualmente, algum descanso para os pés. Ao saírem do parque, há várias opções para se deslocarem: nós aconselhamos a que o façam, sempre que possível, de autocarro, já que podem apreciar a cidade de uma forma que o metro não permite.

 

A caminho do bairro Gótico (muito perto das Ramblas) passam novamente pelas várias casas de Gaudí, mas é para o centro histórico da cidade que se devem encaminhar. O Museu de História de Barcelona conta a história da zona como poucos e permite-nos perceber a relação da cidade com a sua zona envolvente. Tem artefactos impressionantes e a recuperação de uma parte das muralhas originais da cidade que deve ser vista. Bónus? É gratuito aos domingos depois das 15h00.

Catedral de Barcelona

Ali ao lado está a Catedral, que também merece uma visita, nem que por fora, para apreciar a arquitetura.

 

Dia 3

 

Duas opções para este dia: visitar a Sagrada Família de manhã ou à tarde. Façam como quiserem, mas comprem os bilhetes online, antes da vossa visita - têm hora marcada e vão evitar as filas que por vezes dão a volta ao quarteirão.

Vista da Sagrada Familia

Aos vertiginosos, preparem-se para sofrer. Como bastante conhecedora do mal, posso dizer que subir às torres da catedral não foi especialmente problemático, mas descer por aquelas escadas horrorosas não é assim tão fácil - talvez seja melhor descer de elevador. Seja como for, os pormenores que só se conseguem descortinar de perto, a vista sobre a cidade e os segredos que o monumento em construção guarda valem muito a pena a visita.

 

Quando não estiverem a visitar a Sagrada Família, aproveitem para visitar a zona de Barceloneta, sobretudo a praia - e que tal um mergulho, se o tempo estiver para isso? - e o Parc de la Barceloneta. O final perfeito para três dias relaxados.

Playa de la Barceloneta

Ter | 04.06.19

Os encantos de Barcelona como prenda de Natal

Rui Pedro Silva

A esmagadora maioria das viagens que temos feito nos últimos seis anos são a dois mas, em dezembro de 2013, quando visitámos Barcelona, decidimos juntar uma prima e um irmão e fazer um planeamento mais robusto, com desafios aos quais ainda não estávamos habituados e com obstáculos que surgiram pela primeira vez.

 

A viagem serviu como prenda de Natal e, como habitual, quando se procura fazer planos para mais de duas pessoas, a preocupação em conseguir um pacote mais económico sobe de tom. O voo não foi um problema (há momentos em que uma escala em Madrid pode ser mais barata, mas na maior parte das vezes o desconto no preço não compensa o tempo perdido) e, em vez de procurarmos dois quartos num hotel, aventurámo-nos pela primeira vez na plataforma AirBnB.

Vista sobre a cidade em Montjuic

Barcelona é uma cidade que tem imenso para oferecer. É difícil ir à capital catalã e não gostar: desde a arquitetura ao planeamento, dos espaços verdes aos complexos desportivos, da praia à história. Quando fizemos a viagem, tínhamos apenas uma certeza: tínhamos quatro bilhetes para o Barcelona-Villarreal, portanto seria útil encontrar uma casa para ficar próxima do Camp Nou, que facilitasse a ida e o regresso do estádio.

Sagradas Famílias... há muitas

A rede de transportes em Barcelona é boa e, apesar de ter sido em dezembro, apanhámos dias bastante amenos – o mesmo não se pode dizer da noite do jogo – e convidativos para caminhadas na rua, que poderiam ser ainda melhores (e maiores), não houvesse um tornozelo a recuperar de uma rotura de ligamentos.

Toda a luz é bem-vinda

Uma estadia de dois ou três dias não serve para cobrir a cidade de fio a pavio mas é suficiente para ter uma ideia do ambiente geral de uma cidade catalã efervescente, que seduz milhões de turistas a cada dia. Da zona da praia ao Parc Guell, de Montjuic e todo o complexo olímpico à Sagrada Família, passando por caminhadas nas Ramblas e nas vibrantes ruas catalãs, é impossível a experiência correr mal.

 

Seja feita a solo, a dois… ou mesmo a quatro.

 

Voo (ida e volta, por pessoa): 75 euros (Vueling)

Alojamento (por noite, para quatro pessoas): 45 euros