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Qui | 19.12.19

Londres como uma «escala» perfeita para os Estados Unidos

Rui Pedro Silva

A capital de Inglaterra faz parte de um triunvirato de cidades europeias que está no topo das preferências de milhões de turistas. Pode não ter o glamour de Paris ou a história antiga de Roma, mas assume-se como um centro de cosmopolitismo e com uma história suficientemente rica para seduzir os apaixonados por este tipo de destinos.

O Big Ben diz olá

A cidade vale por si. Tem imenso para ver e oferece soluções a quem gosta mais de natureza, história, arte, teatro, cultura de rua ou mesmo deporto (não podia faltar, não era?). No nosso caso, Londres tem servido sempre como um polo impressionante de desporto, mas nunca calhou termos planeado uma viagem para ir ver um jogo do Arsenal, do Tottenham ou do Chelsea. Não, Londres serviu sempre de «escala» perfeita para os Estados Unidos.

Desde 2014, já vimos um jogo de futebol americano em Wembley, um da NBA na O2 Arena e um de basebol no mais recente Estádio Olímpico. Aproveitámos sempre a oportunidade para ver jogos (Oakland Raiders-Miami Dolphins, Boston Celtics-Philadelphia 76ers e Boston Red Sox-New York Yankees) e conseguimos conciliar de forma perfeita com a exploração de pequenas zonas de Londres.

A cidade é gigantesca e obriga a tomar opções quando temos poucos dias para gastar – sobretudo com tanto desporto envolvido – mas, a pouco e pouco, temos conseguido conhecê-la um pouco melhor, tanto ao nível de opções de alojamento (onde um EasyHotel pode ser a melhor solução em vista), como de bairros para ficar que nos permitam organizar melhor a viagem, tendo em conta os planos que temos para aqueles dias.

A parte boa – uma das muitas, claro – é que a compra dos bilhetes tem sido tão antecipada que nos oferece ainda mais tempo para fazer planos e reservar voos e estadias. Como em qualquer outro destino para nós, a chave da poupança está muitas vezes na antecipação. E Londres, sendo uma das cidades mais caras da Europa, não é exceção.