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atlas de bolso

travel blog

Qua | 09.01.19

Como é que se decide ir parar a Aruba em novembro?

Todos os quartos do hotel tinham vista para o mar

Por muito que se decida planear uma viagem até à exaustão, há sempre um momento de impulso no momento em que se toma a decisão. Foi o que nos aconteceu depois do verão de 2017 quando decidimos que queríamos aproveitar os últimos meses do ano para fazer uma semana de praia.

 

As dinâmicas dos nossos empregos há muito que arrasaram a possibilidade de fazer férias de verão – e mesmo que pudéssemos, quem é que quer pagar preços inflacionados? – e desta vez decidimos que estava na altura de procurar algo mais especial. Não necessariamente um destino paradisíaco, mas um que nos permitisse não fazer absolutamente nada durante o período que lá estivéssemos.

 

Se houve coisa que aprendemos em tempos é que as agências de viagens são muito mais úteis do que nos pode parecer a todos – viajantes mais frequentes incluídos. Atenção, não vos estamos a dizer que é melhor comprar uma viagem por uma agência (embora às vezes possa acontecer), mas sim que podem ser preciosas a alargar o leque de opções.

 

Foi o que fomos fazendo a partir de agosto. Visitámos agências de viagens, consultámos folhetos e falámos com operadores sobre o que queríamos fazer. Tinha de ser uma semana de férias – já só tínhamos cinco dias para tirar -, não queríamos perder demasiado tempo em voos, o tempo tinha de ser agradável, a água quente e tudo o resto em que se pensa quando se vai fazer uma semana de praia.

Objetivo era estar uma semana de molho

O orçamento? Bom, o orçamento ia ser mais elevado porque ia ser especial. As dores que a Sarah sentia estavam a ficar mais fortes e ainda não lhe tinha dado uma prenda de anos. Durante semanas, fomos vagueando entre opções: chegámos a ter Saint Maarten praticamente fechado, ainda antes do furacão ter destruído a ilha, mas desistimos a tempo. Vimos Maurícias, Moçambique, República Dominicana e Dubai. E Aruba começou a aparecer no mapa.

 

Aruba cumpria vários pontos da nossa lista. Fazíamos apenas uma escala em Amesterdão, saíamos no dia certo, ganhávamos horas durante a viagem (ir para Ocidente é sempre mais favorável) e o tempo de voo não era muito longo – entre oito e nove horas.

 

Com o destino pré-escolhido, fomos cada vez mais intensos na pesquisa. Vimos os pacotes que agências e operadores turísticos ofereciam e, ao encontrar uma promoção para o hotel que queríamos, percebemos que era mais fácil se fizéssemos tudo isoladamente.

 

Foi uma viagem cara – mas dentro do orçamento estipulado – e compensou cada dia. O nosso quarto era um primeiro andar a vinte metros da água, não havia demasiada gente e o tempo esteve sempre perfeito. Até quando chovia sabia bem estar no meio da água.

 

Viajámos com o regime de tudo incluído mas Aruba oferece outras opções muito mais em conta – algo que analisámos durante as férias e já de volta a Portugal a considerar um regresso. Não faltam soluções de alojamento barato junto à praia, fora dos grandes hotéis, e com supermercados mais baratos por perto.

 

É uma opção a ter em conta e, sinceramente, recomendamos.

 

Voo (ida e volta, por pessoa): 790 euros (KLM)
Hotel (por noite, para duas pessoas, em regime Tudo Incluído): 286 euros