Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Top-5 de São Francisco

  Tarefa ingrata, esta de resumir São Francisco a uma mão-cheia de coisas melhores que outras. A cidade californiana é um tesourinho de 7 milhas quadradas onde há espaço para tudo e mais um par de botas, mas aqui fica o nosso top-5:   1. Uma visita a Alcatraz A ilha que é sinónimo de prisão, mesmo se encerrada há mais de 50 anos, não podia faltar no nosso top. Paragem imperdível (...)

Nada pagaria tanto IMI no basebol como o estádio dos Giants

  Começou por chamar-se Pacific Bell Park em 2000. Desde então já foi rebatizado três vezes: para SBC Park em 2004, para AT&T Park em 2006 e, no ano passado, para Oracle Park. Independentemente do nome, o estádio dos San Francisco Giants é um regalo para a vista e merece a visita. Mesmo que os bilhetes não sejam dos mais baratos na liga. A modernidade trouxe um sabor insonso às infraestruturas desportivas. Já não me lembro bem onde li pela primeira vez que os novos (...)

Musée Mécanique - o tesouro escondido de São Francisco

  "O que fazer na cidade X?" ou "Guia para a cidade X" são pesquisas recorrentes para mim. Assim que marco uma viagem, ou ainda antes de a marcar, já costumo ter uma ideia do que há para ver e quais são as grandes atrações turísticas.   Mas é quando finalmente começo a delinear planos e a preencher folhas de excel com itinerários que a diversão começa. E, muitas vezes, o que faz a diferença numa viagem não está nas primeiras páginas do Google quando se pesquisa "O que (...)

Alcatraz foi uma experiência perfeita em São Francisco

  A prisão de Alcatraz encerrou em 1963 mas manteve-se no imaginário dos Estados Unidos e no do resto do mundo sem grande problema. Para quem crescia em Portugal, na década de 90, era difícil fugir às referências da prisão mais famosa do mundo, à conta de filmes baseados no famoso rochedo que se decidiu sentar na baía de São Francisco. O nome é suficiente para impor respeito: Alcatraz. A ideia de uma prisão numa ilha nem sequer era nova – basta ver o que o Reino Unido (...)

Uma tarde de desporto com sessão dupla em Oakland

  Não é novidade para ninguém – ou por esta altura já não devia ser – que não perdemos uma oportunidade para ver desporto sempre que vamos aos Estados Unidos. Mais do que acessório, é uma coisa com que nos preocupamos na altura de marcar a viagem e até costumamos preferir ir em abril, por saber que é o mês perfeito para conjugar basquetebol, basebol e hóquei no gelo.   As cidades não são todas iguais e oferecem alternativas diferentes. Há umas que nem sequer têm as (...)

Quatro dias em São Francisco

  Qual é a primeira coisa que vos vem à cabeça quando pensam em São Francisco? Somos todos diferentes mas acredito que a esmagadora maioria possa pensar na famosa Golden Gate Bridge. Sim, é impossível ir a São Francisco sem ver a ponte, nem que seja à distância, e nem é preciso ser muito aventureiro para ir mesmo até ao tabuleiro – exceto se sofrerem de vertigens como a Sarah. Ver a ponte e perceber São Francisco estão diretamente ligados. Já ouviram falar no Karl? O Karl (...)

Os planos da nossa aventura californiana (em São Francisco e Los Angeles)

  À conta deste texto, estive a tentar perceber qual é a lógica das nossas viagens, especificamente aquelas que fazemos até aos Estados Unidos. A verdade é que acho que não existe grande lógica.   Enfim, depois da nossa primeira viagem - em que visitámos Washington D.C., Nova Iorque e Filadélfia (esse relato há de chegar) - começámos a pensar onde podíamos ir a seguir. Claro que o Rui votava em Boston, mas, lá no fundo, sabia que não fazia muito sentido repetir tão cedo (...)

A maior aventura ferroviária dos Estados Unidos

  Não consigo precisar quando foi a primeira vez que ouvi falar sobre o California Zephyr mas tenho ideia que foi durante a viagem que fiz a Chicago em 2012. Faz sentido que assim tenha sido. Foi uma viagem que fiz sozinho, que tive de organizar do início ao fim, que envolveu viagens de autocarro a Indianápolis e Milwaukee e inúmeros convites para companhia.   Deve ter sido lá no meio que me cruzei pela primeira vez com o conceito do California Zephyr, uma espécie de “route 66” (...)