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atlas de bolso

travel blog

Seg | 19.11.18

Top-5 de Malta

Antes de mais, um disclaimer: como já vos contámos, não conseguimos encaixar a ilha de Gozo na nossa viagem até Malta, devido à tempestade que nos "fechou" em casa durante praticamente um dia. Não temos dúvidas que Gozo será espetacular, mas como não conhecemos, fizemos um top-5 da *ilha* de Malta.

1. As vistas das Três Cidades

Parte má? Não dá para estender a toalha

As "Três Cidades" de Malta (Birgu, Senglea e Cospicua) foram uma das zonas menos turísticas que visitámos, mas foram claramente um dos melhores momentos da viagem. A vista para Valletta é uma das melhores que vão conseguir ter - pontos extra se forem até lá ao pôr ou nascer do sol - e nós somos uns suckers por vistas bonitas.

 

2.  As ruas de Mdina

Espelho meu, espelho meu...

Mdina, a Cidade Silenciosa, é outro dos locais imperdíveis em Malta. Antiga capital do país, encaixa dentro das suas muralhas um ambiente muito particular naquele país de contrastes, e encanta com os tons calcários. Dos pontos mais altos, consegue ver-se praticamente toda a ilha.

 

3. O búlicio de Marsaxlokk (não ao domingo)

Cor é vida

Esqueçam a visita ao "mercado de peixe" de Marsaxlokk ao domingo. Não vale a pena arriscarem a vossa vida para encontrar um monte de turistas ingleses maravilhados com as cores da baía. Marsaxlokk vale a pena, sim, nos outros dias - o mercado funciona (sem o ênfase no peixe) da mesma forma, a baía com os barcos coloridos está lá e vão ter provavelmente uma experiência muito melhor - quiçá mais autêntica.

 

4. As varandas da ilha

Cor é vida (bolas, já tínhamos dito isto noutro lado)

As varandas de Malta são um daqueles pormenores de que nem toda a gente fala, mas em que toda a gente repara. É preciso vê-las ao vivo para perceber como se encaixam naquela arquitetura meio italiana, meio árabe, meio norte-africana. As cores garridas fazem das fachadas das casas, banais, um ponto de interesse.

 

5. As ruas de Valletta

Não há justificação para estas caras, desculpem

As ruas e ruelas da capital não podiam faltar num top de Malta. Bons sapatos e o mínimo de preparação física são fundamentais, mas fora isso, não é preciso mais nada. É esquecer os mapas e deambular por aquela amálgama de sobes e desces, que eventualmente acaba junto ao mar, e aproveitar tudo o que tem para oferecer. E disso faz parte a maravilhosa comida: para quem conta os tostões, os quiosques que se encontram em muitas esquinas são boas opções.

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